Sônia Batista Stern

Depois de mergulhar nas artes da Europa entre Espanha, Portugal, França e Itália, Sônia Batista Stern volta ao Brasil com uma bagagem diferente. Trabalhou os últimos dez anos em produção audiovisual colaborando com inúmeros artistas da cena musical brasileira, como Chitãozinho e Xororó, o maestro João Carlos Martins  entre
outros. Em 2022, volta efetivamente para sua arte étnica sombria.

© 2023. Sônia Batista Stern.
Quilombo do Mandira - A Luta das Cores

Quilombo do Mandira

As trilhas

Ao caminhar pelas trilhas marcadas pelo peso da história, Sônia absorveu a essência do Quilombo do Mandira, onde a tradição oral entrelaça-se com a preservação da identidade negra. Cada escultura de “A Luta das Cores” carrega consigo as impressões desse encontro, como se as raízes da arte mergulhassem profundamente no solo fértil da memória quilombola.

Quilombo do Mandira

A visita ao Quilombo do Mandira não só moldou esteticamente a instalação, mas também infundiu em cada obra uma narrativa viva e respeitosa, honrando o passado e celebrando a vitalidade presente na comunidade. “A Luta das Cores” torna-se assim não apenas uma expressão artística, mas também um tributo à força, à perseverança e à continuidade do quilombo. Sônia Batista Stern, com sua sensibilidade única, tece uma ponte entre o passado e o presente, onde cada escultura é uma testemunha eloquente da história que inspira a alma.

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A luta das cores

“A Luta das Cores” não é apenas uma obra de arte, mas uma experiência que ecoa as nuances da vida. No contexto idílico do Vale do Ribeira, a instalação se torna um oásis de expressão criativa, desafiando as fronteiras entre o público e o artista. Este diorama não apenas enriquece o panorama artístico local, mas também convida os espectadores a refletirem sobre a diversidade, a impermanência e as complexas relações humanas, representadas metaforicamente pelas esculturas em diálogo.